@PHDTHESIS{ 2024:968237321, title = {FATORES RELACIONADOS À QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS NO CONTEXTO DO DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO}, year = {2024}, url = "http://tede.unicentro.br:8080/jspui/handle/jspui/2396", abstract = "Segundo a OMS, envelhecimento ativo é o processo de otimização de oportunidades de saúde, participação e segurança para melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas envelhecem. A qualidade de vida no envelhecimento é um conceito multidimensional que abrange aspectos físicos, psicológicos, sociais e ambientais da vida dos idosos. A atividade física regular e a participação em projetos de extensão comunitária são reconhecidas por seus benefícios na promoção do bem-estar físico e mental dos idosos. A prática regular de exercícios físicos pode melhorar a saúde cardiovascular, musculoesquelética e cognitiva, reduzindo o risco de depressão e ansiedade. Características sociodemográficas, autopercepção de saúde exercem influências complexas sobre a saúde dos idosos. Compreender as disparidades é de fundamental importância para o desenvolvimento de intervenções que atendam às necessidades específicas dos idosos e promovam a equidade na saúde na terceira idade Objetivo: Este trabalho tem o objetivo de avaliar os fatores que afetam a qualidade de vida de uma população de idosos pertencentes a grupos de convivência social. Metodologia: O estudo foi conduzido usando a metodologia do tipo descritivo transversal, a amostra foi composta por 80 idosos, residentes em Guarapuava e região, com idade entre 60 e 85 anos que responderam questionário semiestruturado sobre dados sociodemográficos, foram avaliados sobre percepção de saúde autodeclarada, cognição (MEEM), saúde mental (DASS 21), qualidade do sono (Escala de Sonolência de Epworth) e qualidade de vida (WHOQOL-OLD). Resultados: gênero feminino (85%) é evidentemente maior que homens (15%). A maioria (61%) são usuários do SUS e 84.80% dos idosos aposentados. Apenas 15% reportaram consumir bebidas alcoólicas, e 3,80% consumir cigarro/tabaco. 52% são casados, 22,50% viúvos, 17,50% são divorciados e somente 7,50% estão solteiros. Do total, 50% dos idosos vivem com o cônjuge, e 25% vivem sozinhos. Quanto à escolaridade, 95% são alfabetizados, 33% possuem ensino médio completo, 17,50% superior completo, 8% fundamental incompleto. A prevalência de hipertensão é destaque afetando 71% da amostra, seguido por doenças osteoarticulares afetando 33%. Foi observado estado normal para ansiedade, estresse e depressão na maioria dos idosos, contudo, 30% dos idosos apresentavam um dos níveis de ansiedade: moderado, severo e extremamente severo. Estes níveis atingiram 29% dos idosos para o estresse e 24% para a depressão. Na avaliação do miniexame de estado mental 43% da amostra apresentou declínio cognitivo. A qualidade do sono foi avaliada como normal para a maioria dos idosos, contudo, aproximadamente 40% dos idosos apresentaram sonolência anormal. A maioria dos idosos apresenta-se com qualidade de vida entre regular e boa. Conclusão: Os dados sociodemográficos indicam padrões específicos de envelhecimento que precisam ser considerados. Este estudo reforça a necessidade de uma abordagem multidimensional na avaliação e promoção da qualidade de vida dos idosos. Intervenções que abordam, desde a promoção da atividade física até o apoio social e a gestão de condições crônicas, são fundamentais. Além disso, a criação de políticas públicas que incentivem o envelhecimento ativo e a participação em atividades comunitárias pode contribuir significativamente para a melhoria da saúde e do bem-estar dos idosos.", publisher = {Universidade Estadual do Centro-Oeste}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Comunitário (Doutorado)}, note = {Unicentro::Departamento de Saúde de Irati} }