@MASTERSTHESIS{ 2022:1051153022, title = {DENSIDADE DE PLANTAS DE SOJA E NÍVEL DE FERTILIZAÇÃO EM ZONAS COM DIFERENTES POTENCIAIS PRODUTIVOS}, year = {2022}, url = "http://tede.unicentro.br:8080/jspui/handle/jspui/2342", abstract = "A taxa variável de semeadura é uma ferramenta da agricultura de precisão com potencial de trazer benefícios econômicos para os produtores rurais, porém ainda carece de parâmetros para se recomendar taxas variadas de sementes de soja (Glycine Max (L.) Merr.) para diferentes zonas de manejo (ZM), definidas como subáreas da lavoura com características homogêneas e potenciais produtivos definidos. Com a cultura da soja em foco, o objetivo deste trabalho foi de avaliar o efeito da densidade de semeadura com nível de médio e alto investimento em fertilização em dois ambientes de diferente potencial produtivo. Foi realizado um experimento casualizado em esquema fatorial com parcelas subdivididas com 4 blocos, sendo realizado na zona de alto potencial produtivo (ZA) e na zona de baixo potencial (ZB). Nas parcelas foram dispostas 5 densidades de plantas (P1 a P5), sendo a densidade recomendada para a cultivar (30 pl m-2) mais dois tratamentos com 20 e 40% a mais e a menos. Nas subparcelas foram dois níveis de investimento (NI) em adubação potássica e fosfatada, denominados médio investimento (MI) e alto investimento (AI). As causas da variabilidade do potencial produtivo entre as duas ZM foram investigadas e as médias foram comparadas pelo teste t de Student. Foram realizadas análises de variância e de regressão, os tratamentos foram comparados pelo teste F e as médias pelo teste de Tukey. Não foi encontrada diferença significativa na infiltração de água no solo entre as zonas. ZB apresentou uma camada de solo com maior resistência a penetração (dos 0.13 aos 0.23 m), superando 4000 kPa. A avaliação de solo indeformado revelou que aos 0.15 m ZA há menor densidade do solo e maior macroporosidade, microporosidade e porosidade total que ZB. A análise química e granulométrica do solo demonstrou maiores teores de matéria orgânica e argila em ZA, porém menores teores de fósforo e potássio, indicando maior extração pelas culturas. A produtividade foi mais alta em ZA e não sofreu efeito de NI. O pico de rentabilidade em ZA e ZB foi atingido com, respectivamente, 15 e 27% a mais de plantas m-2 que a densidade recomendada na região. Maior fertilização (AI) favoreceu a produtividade em ZB. ZB teve menor uniformidade na distribuição de plantas e massa de mil grãos que ZA. Os parâmetros morfológicos das plantas em ZA variaram em função da densidade mais evidentemente que em ZB. Com o aumento da densidade aumentou a altura de inserção de vagem e diminuiu o número de entrenós, número de vagens por planta e diâmetro de coleto. Concluiu-se que as causas da variabilidade no potencial produtivo entre as ZM foram relacionadas à qualidade física do solo na camada de solo próxima aos 0.15 m. O aumento em 10% na densidade de plantas em área de baixo potencial produtivo em relação à de alto pode trazer benefício econômico. O acamamento foi mais frequente em densidades mais altas e em área de maior potencial produtivo.", publisher = {Universidade Estadual do Centro-Oeste}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Agronomia (Mestrado)}, note = {Unicentro::Departamento de Agronomia} }