@MASTERSTHESIS{ 2022:1822579731, title = {DESAFIOS E INQUIETAÇÕES DA DOCÊNCIA: A TRANSIÇÃO DE ALUNOS PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL DO 5º (QUINTO) PARA O 6º (SEXTO) ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL}, year = {2022}, url = "http://tede.unicentro.br:8080/jspui/handle/jspui/1913", abstract = "Esta pesquisa tem como objeto discutir os desafios e inquietações que os professores vivenciam em suas práticas pedagógicas ao longo do processo de transição de alunos público-alvo da educação especial (PAEE), do 5º (quinto) para o 6º (sexto) ano do ensino fundamental. A fim de alcançar os objetivos propostos, realizou-se uma pesquisa qualitativa, de caráter interpretativo, em 2 (duas) escolas da Rede Municipal de Ensino e 1 (uma) escola da Rede Estadual de Ensino, totalizando 3 (três) escolas na amostra, todas localizadas na zona urbana do município de Prudentópolis, interior do Estado do Paraná. Foram aplicados questionários e organizados encontros com grupo focal como instrumentos para a coleta de dados, com a participação de 18 profissionais, entre professores das salas de recursos multifuncionais (SRM), coordenadores pedagógicos e professores das turmas de 5º (quinto) e 6º (ano) ano do ensino fundamental, e posterior análise a partir da abordagem teórico-metodológica da análise de conteúdo, proposta por Bardin (2016). Como base teórica para esta pesquisa, realizou-se uma revisão bibliográfica e uma pesquisa do estado do conhecimento acerca do objeto de estudo. Entre os autores que serviram de aporte teórico, destacam-se: Andrade (2011), Bardin (2016), Mantoan (2003), Bergamo (2012), Gatti (2005), Silva (2012), Glat (2011, 2018), Damas (2021), entre outros. Os principais resultados da pesquisa indicaram que os maiores desafios apontados pelos professores investigados são a falta de formação, inicial e continuada na área de educação especial, assim como, a falta de diálogo e articulação entre os professores do 5º (quinto) e 6º (sexto) ano e das SRM. Esses desafios apontados pelos professores acabam impactando na atuação dos professores das classes regulares com os alunos PAEE, pois os docentes não recebem as ferramentas e conhecimentos suficientes, por meio da formação inicial ou continuada, e nem as informações adequadas sobre as necessidades, limitações e dificuldades dos alunos PAEE, que poderiam advir do diálogo e da articulação entre os professores que atuam com esses alunos nas escolas. Essa falta de formação, de diálogo, e de ações articuladas entre esses docentes, acabam comprometendo o processo de transição dos anos iniciais para os anos finais do ensino fundamental, de forma que ocorra de maneira mais tranquila e que gere menos prejuízos para os alunos PAEE. Outro resultado importante alcançado foi o de que, após a aplicação dos questionários com os professores e a realização dos encontros com o grupo focal, a Secretaria Municipal de Educação de Prudentópolis/PR incluiu em seu Projeto Político Pedagógico (PPP) o tema Transição da educação infantil para ensino fundamental – anos iniciais, e do ensino fundamental – anos iniciais, para os anos finais. Além disso, professores e coordenadores pedagógicos, participantes da pesquisa, refletiram, debateram e iniciaram diversas ações envolvendo escola, famílias e alunos, no intuito de tornar o processo de transição de alunos PAEE do 5º (quinto) para o 6º (sexto) ano do ensino fundamental um momento de descobertas, acolhimento e diálogo entre todos os envolvidos.", publisher = {Universidade Estadual do Centro-Oeste}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado - Irati)}, note = {Unicentro::Departamento de Ciências Humanas, Letras e Artes} }