@MASTERSTHESIS{ 2017:1915487290, title = {DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE MÉTODO ANALÍTICO PARA A DETERMINAÇÃO DE Ca, Cu, Fe, Mg, Mn e Zn POR FAAS EM FARINHAS DE MILHO PRODUZIDAS NO ESTADO DO PARANÁ}, year = {2017}, url = "http://tede.unicentro.br:8080/jspui/handle/jspui/1020", abstract = "O milho (Zea mays) é um dos cereais mais produzidos no Brasil, sendo o Estado do Paraná o maior produtor do país. Além de ser um alimento nutritivo, é utilizado tanto no consumo animal como na alimentação humana, seja na forma in natura ou de canjicas ou farinhas. A farinha de milho está presente na preparação de diversos pratos brasileiros e é muito consumida devido ao seu valor acessível. Apesar disso, não são encontradas muitas referências bibliográficas sobre a composição mineral da farinha de milho. No Brasil, o método oficial utilizado para o preparo e determinação de metais é descrito pela AOAC (Association of Official Analytical Chemists), sendo a digestão feita por via seca, através da calcinação das amostras a altas temperaturas, o que pode causar perda de analito por volatilização, além de ser um processo demorado e dispendioso. Desta forma, torna-se necessário a busca por metodologias analíticas rápidas e de menor custo para a determinação de íons metálicos em farinhas de milho. Assim, o objetivo deste trabalho consistiu no desenvolvimento, otimização e validação de uma metodologia analítica para determinação dos íons metálicos Ca, Cu, Fe, Mg, Mn e Zn em amostras de farinha de milho produzidas no Estado do Paraná. Neste trabalho, aplicou-se a digestão por via úmida das amostras usando HNO3, aquecimento em bloco digestor e solubilização em banho ultrassom. Os testes de validação envolveram estudos de linearidade e faixa de trabalho, limites de detecção e de quantificação, precisão e exatidão. O tempo de digestão das amostras foi de 1:30 h e as porcentagens de recuperação dos metais foram de 93 % para Ca, 98 % para Cu, 110 % para Fe, 97 % para Mg, 101 % para Mn e 106 % para Zn. Na sequência, determinou-se as concentrações de Ca, Cu, Fe, Mg, Mn e Zn em 23 amostras de farinha de milho amarela e 11 amostras de farinha branca. As médias das concentrações determinadas para Ca, Cu, Fe, Mg, Mn e Zn nas farinhas amarelas foram de 51,04; 0,49; 8,05; 81,45; 1,38 e 1,92 mg/kg, respectivamente e de 64,44; 0,57; 7,35; 98,44; 1,31 e 2,74 mg/kg nas farinhas brancas, respectivamente. Uma Análise de Componentes Principais (ACP) sugeriu que pode existir uma correlação entre os teores de minerais e os locais de origem das farinhas. Avaliou-se também a contribuição mineral proveniente da ingestão da farinha segundo os critérios de IDR (Ingestão Diária Recomendada).", publisher = {Universidade Estadual do Centro-Oeste}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Química (Mestrado)}, note = {Unicentro::Departamento de Ciências Exatas e de Tecnologia} }