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dc.creatorKolc, Christiane Schineider Machado-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1208012079632591por
dc.contributor.advisor1Torres, Yohandra Reyes-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9724560887352587por
dc.date.accessioned2016-09-20T12:27:11Z-
dc.date.available2015-07-27-
dc.date.issued2014-01-01-
dc.identifier.citationKOLC, Christiane Schineider Machado. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE PRÓPOLIS AMARELA DO MATO GROSSO DO SUL: COMPARAÇÃO COM OS TIPOS DE PRÓPOLIS VERDE, VERMELHA E MARROM 2014. 138 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Química - Mestrado) - Universidade Estadual do Centro Oeste, Guarapuava-PR.por
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/tede/handle/tede/294-
dc.description.resumoA pesquisa realizada teve como objetivo a investigação química de uma própolis amarela coletada no Mato Grosso do Sul (EEP-A MT). O extrato desta própolis foi comparado qualitativamente através de seus fingerprints por ESI(-)-MS e por técnicas hifenadas de análise cromatográfica (LC/DAD, LC-MS/MS e GC/MS) com quatro tipos de amostras de própolis brasileiras: própolis verde de São Paulo (EEP-V SP), própolis verde de Minas Gerais (EEP-V MG), própolis vermelha da Bahia (EEP-VM BA), própolis marrom do Paraná (EEP-M PR) e um tipo de própolis amarela de Cuba (EMP-A Cuba). Os fingerprints ESI(-)-MS indicaram composições químicas semelhantes para as própolis verdes de SP e MG e, em menor extensão, para a própolis marrom do PR. Apesar de terem a mesma coloração, as própolis amarelas de Cuba e Brasil apresentaram perfis químicos diferentes por ESI(-)-MS. Por LC-MS/MS foi possível identificar 24 compostos em extratos de própolis verde, vermelha, marrom e amarela de Cuba. O extrato de EEP-A MT por ser mais lipofílico foi submetido à análise por GC/MS e a fracionamento cromatográfico. Quinze terpenos, semelhantes estruturalmente ao lupeol e a ?-amirina, foram identificados por GC/MS no extrato de EEP-A MT e frações obtidas por cromatografia, por meio da biblioteca de espectros NIST. Os espectros de RMN-1H do extrato de própolis amarela MT e de suas respectivas frações confirmaram a presença de misturas de triterpenos. Os diferentes tipos de própolis também foram comparados quantitativamente através da determinação espectrofotométrica dos teores de compostos fenólicos e de flavonoides e da capacidade antirradicalar dos extratos. As própolis de coloração amarela (amostras de MT e Cuba) apresentaram baixos teores de fenólicos e flavonoides e baixa capacidade antirradicalar, se comparado com os demais tipos de própolis. No entanto, os valores obtidos atendem os requisitos mínimos de qualidade estipulados para própolis pela legislação brasileira. O potencial antitumoral da própolis também foi investigado através de testes de atividade citotóxica in vitro em diferentes linhagens de células tumorais humanas. O extrato etanólico de própolis amarela MT apresentou inibição elevada (95%) apenas na linhagem OVCAR-8 (carcinoma de ovário) sendo, portanto, mais seletivo para esse tipo de célula tumoral. Por apresentarem inibição maior que 75% em pelo menos duas linhagens de células tumorais, os extratos de própolis marrom (Paraná) e vermelha (Bahia) foram posteriormente testados para obter a concentração média inibitória para 50% das células testadas (CI50). Dentre todas as própolis, a própolis marrom demonstrou o maior potencial antitumoral, pois apresentou valores de CI50< 50 üg/mL para todas as linhagens tumorais testadas. Desta forma, os resultados obtidos neste trabalho ampliaram o conhecimento sobre os tipos de própolis brasileira, e em particular, contribuíram para a caracterização química da própolis amarela, para a qual não existem relatos sobre sua composição química e/ou atividade farmacológica. A própolis amarela MT apresentou perfil químico, qualitativo e quantitativo, bem como, capacidade antirradicalar e potencial antitumoral, diferentes das outras própolis brasileiras estudadas.por
dc.description.abstractThe current study aimed to investigate the chemical composition of a yellow propolis from Mato Grosso do Sul, Brazil (EEP-A MT). The extract of EEP-A MT was qualitatively compared through ESI(-)-MS fingerprint and hyphenated chromatographic techniques (LC/DAD, LC-MS/MS and GC/MS) with four Brazilian types of propolis: green propolis from São Paulo (EEP-V SP), green propolis from Minas Gerais (EEP-V MG), red propolis from Bahia (EEP-VM BA), brown propolis from Paraná (EEP-M PR) and a type of yellow propolis from Cuba (EMP-A Cuba). ESI(-)-MS fingerprints showed similar chemical composition for the green propolis from São Paulo and Minas Gerais and, in a lesser extent, for the brown propolis from Paraná. Despite having the same color, the yellow propolis from Cuba and Brazil had different chemical profiles by ESI(-)-MS, indicating different chemical composition. By LC-MS/MS, 24 compounds were identified in green, red and brown propolis from Brazil and in the yellow propolis from Cuba. As the extract EEP-A MT was lipophilic, it was fractionated by chromatography and subsequently analyzed by GC/MS. Fifteen terpenes, structurally related to lupeol and ?-amirin, were identified in EEP-A MT and its chromatographic fractions by GC/MS using the NIST spectra library. Additionally, the 1HNMR spectra of EEP-A MT and its fractions supported the presence of mixtures of triterpenes in the extract of this yellow type of Brazilian propolis. Furthermore, the different types of propolis were quantitatively compared through spectrometric determination of the total amount of phenolic and flavonoid compounds and by the radical scavenge activity of the extracts. The yellow samples of propolis from Brazil and Cuba had low levels of total phenolics and flavonoids and low radical scavenge capacity when compared with the other types of propolis. Nevertheless, these levels are in agreement with the quality requisites established by the Brazilian legislation for extracts of propolis. On the other hand, the antitumoral potential of the extracts of propolis was also investigated by in vitro cytotoxic assays in different strains of human tumoral cells. The ethanolic extract of the yellow propolis from Brazil showed a high value of inhibition (95%) only in OVCAR-8 strain (ovarian carcinoma), then being more selective against this type of tumoral cell. Once that the brown (Paraná state) and red (Bahia state) types of Brazilian propolis had a tumoral cell inhibition higher than 75% in at least two tumoral cell strains, these extracts were further evaluated to obtain their inhibition concentration for 50% of the tested cells (IC50). Among all propolis, the brown type showed the highest antitumoral potential with IC50< 50üg/mL for all tumoral cells. To conclude, our results contributed to widen the knowledge about the different types of Brazilian propolis, specifically, to chemically characterize the yellow Brazilian type of propolis for which there are no previous reports of their chemical composition and/or pharmacological activities. The yellow propolis from Mato Grosso do Sul had a different qualitative and quantitative chemical profile, as well as, different radical scavenge and antitumoral potentials from the other types of propolis assessed in this studyeng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-09-20T12:27:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 PR CHRISTIANE SCHINEIDER MACHADO KOLC.pdf: 2624504 bytes, checksum: 16b6af91d35ed97545b6873d30af69d9 (MD5) Previous issue date: 2014-01-01eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://localhost:8080/tede/retrieve/1125/PR%20CHRISTIANE%20SCHINEIDER%20MACHADO%20KOLC.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherUNICENTRO - Universidade Estadual do Centro Oestepor
dc.publisher.departmentUnicentro::Departamento de Ciências Exatas e de Tecnologiapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUNICENTROpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Química (Mestrado)por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectnão constapor
dc.subjectnão constaeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS EXATAS E DA TERRA::QUIMICApor
dc.titleCOMPOSIÇÃO QUÍMICA DE PRÓPOLIS AMARELA DO MATO GROSSO DO SUL: COMPARAÇÃO COM OS TIPOS DE PRÓPOLIS VERDE, VERMELHA E MARROMpor
dc.title.alternativenão constaeng
dc.typeDissertaçãopor
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