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dc.creatorLeite, Carla Daiane-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8841430677020516por
dc.contributor.advisor1Botelho, Renato Vasconcelos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2014910053192461por
dc.contributor.advisor-co1Faria, Cacilda Márcia Duarte Rios-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6938077834946114por
dc.date.accessioned2016-09-20T12:12:40Z-
dc.date.available2010-11-08-
dc.date.issued2010-02-10-
dc.identifier.citationLEITE, Carla Daiane. Extrato de alho e óleo vegetal na quebra de dormência de gemas e no controle de doenças da videira. 2010. 73 f. Dissertação (Mestrado em Produção Vegetal) - UNICENTRO - Universidade Estadual do Centro Oeste, Guarapuava, 2010.por
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/tede/handle/tede/154-
dc.description.resumoEste trabalho teve por objetivo avaliar diferentes doses de extrato de alho (EA) e do óleo vegetal (OV), a base de soja na quebra de dormência de gemas de videira cv. Cabernet Sauvignon e no controle de doenças da videira. Para todos os experimentos preparou-se o EA através da maceração de bulbilhos em centrifuga de suco. No experimento instalado na Vinícola Dezem, em Toledo-PR, gemas de videira cv. Cabernet Sauvignon foram pulverizadas com os seguintes tratamentos: T1) testemunha (sem tratamento); T2) 20 mL L?¹ EA; T3) 40 mL L?¹ EA; T4) 60 mL L?¹ EA; T5) 20 mL L?¹ OV; T6) 20 mL L?¹ EA + 20 mL L?¹ OV; T7) 40 mL L?¹ EA + 20 mL L?¹ OV; T8) 60 mL L?¹ EA + 20 mL L?¹ OV; T9) 20,8 g L?¹ de H2CN2 (cianamida hidrogenada). Aos 30 e 45 dias após os tratamentos (DAT) avaliou-se o percentual de brotações de gemas de videira. Os melhores resultados foram propiciado pelo tratamento H2CN2 com 74, 9 e 78,1% de brotação aos 30 e 45 DAT, respectivamente. O tratamento 20 mL L?¹ EA + 20 mL L?¹ OV, também estimulou a superação da dormência, atingindo 48,4% de brotação, não diferindo estatisticamente do tratamento H2CN2, sendo, ainda, superior a testemunha que alcançou apenas 22,1%. Outros experimentos foram realizados no laboratório de Fitopatologia do Departamento de Agronomia da Universidade Estadual do Centro Oeste e em condições de campo em Guarapuava-PR. Nestes experimentos, utilizaram-se as doses de 0, 5, 10, 15, 20, 25 ou 30 mL L?¹ de EA. Foi avaliado o crescimento micelial de Elsinoe ampelina e Phomopsis viticola, in vitro, aos 3, 5, 7 e 9 dias após a repicagem, adicionando o EA antes e após a esterilização em autoclave. Para ambos os fungos, observou-se redução drástica do crescimento mecelial. Na dose de 30 mL L?¹ de EA o crescimento de E. ampelina e Phomopsis viticola foi reduzido entre 8,92 a 100%, quando adicionando antes e após a esterilização, respectivamente. Inibição total de Phomopsis viticola a partir da dose de 5 mL L?¹ de EA sem esterilização. Outra variável analisada foi germinação de E. ampelina e de Plasmopara viticola divididos em três experimentos com os referidos tratamentos acrescido de 2,5 mL L?¹ de OV, exceto no tratamento testemunha e um experimento com Plasmopara viticola. A germinação de E. ampelina foi avaliada nos períodos de 2 e 4 horas de incubação a 24°C e luz constante e o segundo nos períodos de 6 e 12 horas no escuro à 20°C. Tanto o EA e o OV inibiram a germinação dos patógenos acima de 85%. No campo pulverizou-se os referidos tratamentos a cada 15 dias ou 30 mm de precipitação e avaliou-se a severidade da antracnose da videira cv. Isabel, transformada em AACPD (área abaixo da curva do progresso da doença). Verificou-se redução da AACPD em 63,37% na dose de 25 mL L?¹ de EA, em relação às plantas sem tratamento. O efeito do EA foi analisado sobre a germinação de Plasmopara viticola e AACPD da antracnose da videira cv. Isabel, in vivo. Além dos tratamentos com doses do EA, acrescentou o tratamento com calda bordalesa (1:1:100) e, o mancozeb (2 g L?¹) somente no teste de germinação, por se tratar de um vinhedo orgânico. A calda e o mancozeb apresentaram menores percentuais na germinação de Plasmopara viticola em 62,6 e 55,4%, respectivamente. No campo, observou-se redução de 52% na AACPD do míldio, em relação à testemunha absoluta (sem tratamento), a partir da dose de 20 mL L?¹ de extrato de alho. O OV teve algum efeito na germinação e na severidade do patógeno.por
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-09-20T12:12:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 PR Carla Daiane Leite.pdf: 570121 bytes, checksum: cc42a7e4b3f0456436b6f98ca8d4cc96 (MD5) Previous issue date: 2010-02-10eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://localhost:8080/tede/retrieve/765/PR%20Carla%20Daiane%20Leite.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherUNICENTRO - Universidade Estadual do Centro Oestepor
dc.publisher.departmentUnicentro::Departamento de Agronomiapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUNICENTROpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Agronomia (Mestrado)por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectdormência, doenças, videira, extrato de alhopor
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIApor
dc.titleExtrato de alho e óleo vegetal na quebra de dormência de gemas e no controle de doenças da videirapor
dc.typeDissertaçãopor
Appears in Collections:Programa de Pós-Graduação em Agronomia

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