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Tipo do documento: Dissertação
Título: Efeito da quitosana no controle de doenças e no desenvolvimento de plântulas de videira (Vitis vinifera)
Título(s) alternativo(s): Effect of chitosan in the control of diseases and the development of grapevines (Vitis vinifera)
Autor: Maia, Aline José 
Primeiro orientador: Botelho, Renato Vasconcelos
Primeiro coorientador: Faria, Cacilda Márcia Duarte Rios
Resumo: Este trabalho teve por objetivo avaliar diferentes concentrações de quitosana no controle de doenças fúngicas e no desenvolvimento vegetativo de plântulas de videira das cvs. Cabernet Sauvignon e Merlot. Os experimentos foram realizados no Departamento de Agronomia da Universidade Estadual do Centro Oeste – Campus CEDETEG, GuarapuavaPR. No experimento instalado no ano de 2007, as estacas foram plantadas em vasos de plástico rígido, tendo como substrato areia e mantidas em casa de vegetação sob sistema de nebulização. Após 60 dias deu-se inicio as aplicações de quitosana, nas doses de 0; 20; 40 e 80 mg L-1 em intervalos de 12 dias. As plantas foram inoculadas com suspensão de esporos de Plasmopora viticola na quantidade de 1x106 esporângios mL-1 sete dias após a nona aplicação de quitosana. Com o aparecimento dos primeiros sintomas, a severidade do míldio foi avaliada em 8 folhas por planta, previamente identificadas, utilizando-se uma escala com notas de um a doze que corresponde de 0 % a 100 % da área foliar lesionada. A avaliação foi realizada aos 28 dias após a inoculação. Houve efeito linear negativo em função das doses de quitosana para a cv. Cabernet Sauvignon. O decréscimo observado foi de 76,8 % na dose de 80 mg L-1). Para os ensaios realizados no ano seguinte utilizou estacas pré-enraizadas plantadas em vasos contendo como substrato areia e Plantmax® , e a cada sete dias foram pulverizadas com soluções aquosas nas seguintes concentrações de quitosana: 0, 20, 40, 80 e 160 mg L-1. Metade do número total de plantas foi inoculada com suspensão de esporos de P. viticola, 48 horas após a segunda aplicação de quitosana. Com o início dos primeiros sintomas, após dez dias de inoculação, avaliações da severidade foram realizadas a cada dois dias. A quitosana a 160 mg L-1 reduziu a severidade do míldio em 70,2 % e 79,1 % nas cultivares Merlot e Cabernet Sauvignon, respectivamente. Para o grupo de plantas que não foi inoculado, após 60 dias em casa de vegetação, foi avaliada a variável massa de raízes e folhas secas, comprimento médio de raízes e área foliar. Não houve diferença significativa entre os tratamentos no desenvolvimento de plantas. Outros experimentos, in vitro, e em condições de campo foram realizados com as mesmas concentrações de quitosana. O teste de crescimento micelial foi realizado para os fungos fitopatogênicos Elsinoe ampelina, Botryosphaeria sp. e Glomerella cingulata e o teste de germinação para Elsinoe ampelina e Plasmopara viticola. Verificou-se redução no crescimento micelial de E. ampelina. A maior dose de 160 mg L-1 reduziu em 57 % o desenvolvimento do fungo, 192 horas após incubação. Para os patógenos Botryosphaeria sp. e G. cingulata, houve redução no desenvolvimento do fungo em 30 e 40%, após 48 horas de incubação, respectivamente na mesma concentração. Nos testes de germinação, a dose de 160 mg L-1 de quitosana reduziu a germinação de esporos de E. ampelina em aproximadamente 98 % e 60 % para P. viticola, não diferindo dos tratamentos com calda bordalesa e mancozeb. Nos ensaios a campo as doses de quitosana a 80 e 160 mg L -1 mostraram um decréscimo na severidade de antracnose entre 93 e 81 %. Para o míldio, a concentração de 160 mg L-1 reduziu em aproximadamente 81 % a severidade da doença. Conclui-se que a quitosana tem potencial no controle de doenças fúngicas da videira.
Abstract: This research aimed to evaluate different chitosan concentrations on the control of grapevines fungal diseases and vegetative development of cv. Cabernet Sauvignon and Merlot. The experiments were carried out in Departamento de Agronomia da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná. In 2007, the experiment consisted in cuttings planted in vases, with sand as substrate and kept in greenhouse under misty system irrigation. After sixty days, chitosan was sprayed, in 12 days intervals. Chitosan concentrations were 0, 20, 40 and 80 mg L-1. Plants were inoculated in a suspension of Plasmopora viticola (1x106 sporangia mL-1) spores, seven days after the ninth chitosan spray. As the first symptoms onset, mildew severity was evaluated on 8 previously identified leaves per plant, using a diagrammatic scale of grades from one to twelve, which corresponds to 0 % to 100 % of injuried foliar area. Evaluation was done 28 days after inoculation. There was a negative linear effect on chitosan doses for cv. Cabernet Sauvignon. Decrease was 76.8 % on the highest chitosan dose (160 mg L -1). In the following year experiments, pre-rooted cuttings planted in vases containing substrate (sand and Plantmax®) were used, and cuttings were sprayed each seven days with aqueous solutions and the following chitosan concentrations: 0, 20, 40, 80 and 160 mg L -1. Half of total number of plants was inoculated with Plasmopara viticola spores suspension, 48 hours after the second chitosan spray. As the first symptoms onset, ten days after inoculation, severity evaluations were performed each two days. Chitosan dose of 160 mg L-1 reduced the mildew severity by 70.24 % and 79.1 % in cultivars Merlot and Cabernet Sauvignon, respectively. Sixty days after planting, plants that were not inoculated, were evaluated for the following variables: dry roots and leaves weight, roots length and foliar area. There were not significant differences among treatments in plant development. Other experiments, in vitro and in field conditions were carried out on the same chitosan concentrations. The mycelial growth test was conducted to Elsinoe ampelina, Botryosphaeria sp and Glomerella cingulata and the germination test for Elsinoe ampelina e Plasmopara viticola. There was a decrease in E. ampelina mycelial growth.The highest chitosan concentration (160 mg L-1) decreased in 57 % the fungus developmen, 192 hours after incubation. There was a development decrease by 30 and 40 %, for Botryosphaeria sp and Glomerella cingulata, 48 hours after incubation, respectively for the same chitosan concentration. In germination tests, the 160 mg L-1 chitosan dose reduced the spore germination of E. ampelina in approximately 98 % and 60 % for P. viticola, not differing from treatments with Bordeaux mixture and mancozeb. In field conditions experiments, the highest chitosan doses (80 and 160 mg L-1) presented a decrease in anthracnose severity among 93 and 81 %. For downy mildew, 160 mg L-1 concentration decreased the disease by approximately 81 %. It was possible to conclude that chitosan has a great potential in grapevines fungal diseases control.
Palavras-chave: agroecologia
controle alternativo
uva
fitopatologia
agroecology
alternative control
grape
phytopathology
Área(s) do CNPq: CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA
Idioma: por
País: BR
Instituição: UNICENTRO - Universidade Estadual do Centro Oeste
Sigla da instituição: UNICENTRO
Departamento: Unicentro::Departamento de Agronomia
Programa: Programa de Pós-Graduação em Agronomia (Mestrado)
Citação: MAIA, Aline José. Efeito da quitosana no controle de doenças e no desenvolvimento de plântulas de videira (Vitis vinifera). 2009. 68 f. Dissertação Programa de Pós-Graduação em Agronomia - Mestrado) - Universidade Estadual do Centro Oeste, Guarapuava-PR.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
URI: http://localhost:8080/tede/handle/tede/153
Data de defesa: 15-Oct-2009
Appears in Collections:Programa de Pós-Graduação em Agronomia

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