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dc.creatorFreitas, Nei Adão Ribeiro de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4107933774065749por
dc.contributor.advisor1Mascarenhas, Luis Paulo Gomes-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4187937070880705por
dc.date.accessioned2021-04-08T02:02:04Z-
dc.date.issued2020-03-04-
dc.identifier.citationFreitas, Nei Adão Ribeiro de. ASSOCIAÇÃO ENTRE O POLIMORFISMO DO GENE APOLIPOPROTEINA ‘‘E’’, COM COMPOSIÇÃO CORPORAL, TOTAL GENOTYPE SCORE E POTÊNCIA DE MEMBROS INFERIORES EM INDIVÍDUOS COM ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E HIPERTENSO-DIABÉTICOS. 2020. 108 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Comunitário - Mestrado Interdisciplinar) - Universidade Estadual do Centro-Oeste, Irati-PR.por
dc.identifier.urihttp://tede.unicentro.br:8080/jspui/handle/jspui/1522-
dc.description.resumoA Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e a Diabetes mellitus (DM) são consideradas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), dentre as sequelas associadas às DCNTs o Acidente Vascular Cerebral (AVC) têm destaque. A perda de massa muscular (sarcopenia) inicia-se na terceira década de vida, tornando-se significativa ao final da quinta década, coincidindo com o agravamento da redução da capacidade de produção de força máxima sendo a sarcopenia é mais severa nos membros inferiores (MMII). Dentre os marcadores moleculares para o AVC estão a Apolipoproteina E (ApoE) que é um receptor de lipoproteína de baixa densidade e desempenha um papel crucial no metabolismo do colesterol. Estudos apontam que os polimorfismos do gene ApoE atuam na modulação da gordura corporal. O ApoE possui três alelos (ɛ2, ɛ3 e ɛ4) que dão origem a seis genótipos diferentes sendo três homozigotos Ɛ2/Ɛ2, Ɛ3/Ɛ3, Ɛ4/Ɛ4 e três heterozigotos, Ɛ2/Ɛ3, Ɛ2/Ɛ4 e Ɛ4/Ɛ3. Estudos recentes encontraram uma forte associação entre os polimorfismos do alelo Ɛ4 do gene da Apolipoproteína E (ApoE) com o AVC, e outras morbidades Os portadores do ApoE ɛ2 mostraram-se com índice de força menor e os portadores do ApoE ɛ4 reduzidos níveis de força em relação aos portadores do ApoE ɛ3. Os portadores alelo ɛ2 na maioria dos indivíduos está associado a níveis mais baixos de lipoproteína de baixa densidade (LDL) quando comparados aos portadores do alelo ɛ4. Os polimorfismos atualmente são associados a genótipos de resistência. Um escore total foi então transformado matematicamente para ficar dentro do intervalo de 0 a 100 e rotulado como "Total Genotype Score" (TGS). Métodos: Amostra de 81 indivíduos adultos, de ambos os sexos, entre 40 e 83 anos de idade. Estes compuseram 4 grupos: Grupo 1. Portadores do alelo/genótipo ɛ2 (Ɛ2/Ɛ2 e Ɛ2/Ɛ3) composto por 20 indivíduos; Grupo 2. Portadores do alelo/genótipo ɛ3 (Ɛ3/Ɛ3) constituído de 41 pessoas; Grupo 3. Portadores do alelo/genótipo ɛ4 (Ɛ4/Ɛ3 e Ɛ4/Ɛ4), formado por 14 integrantes; e 6 compuseram o Grupo 4. Portadores do alelo/genótipo ɛ2 (Ɛ2/Ɛ4). O DNA foi obtido a partir de amostras do esfregaço da mucosa oral e os genótipos foram determinados por PCR. A composição corporal foi avaliada pela balança de bioimpedância OMRON, e a potência de MMIIs foi mensura pelo tapete de contato da Hidrofit, com os testes Squat jump (SJ) e Counter moviment jump (CMJ). Para verificar a normalidade dos dados foi empregado o Shapiro-Wilk. O teste de Qui-quadrado de aderência foi utilizado quanto aos genótipos e o Equilíbrio de Hardy-Weinberg (HWE). O teste de Qui-quadrado foi empregado na associação entre polimorfismo e características clínicas e TGS. O teste de Levene para homogeneidade das variâncias foi aplicado como pressuposto, bem como a ANOVA one-way seguido de post hoc de Bonferroni. A ANOVA two-way seguido pelo teste Bonferroni foi aplicado para investigar as diferenças nos testes físicos e características antropométricas entre os grupos com e sem AVC em cada um dos agrupamentos de polimorfismo. A regressão logística foi aplicada para identificar a magnitude das relações entre o polimorfismo do ApoE e AVC. Foi adotado p<0,05. A amostra se mostrou em HWE. O grupo ɛ2 apresentou 65% do sexo feminino; 70% casados e etnia branca; indivíduos com acidente vascular cerebral (AVC) com 65%, hipertensão em 80%, diabetes em 40% e saudáveis 15% da amostra. Altura no CMJ 6,08±3,8 e SJ 4,77±3,4. O grupo ɛ3 apresentou 75,6% do sexo feminino; 73,2% casados e 65,9% etnia branca; indivíduos com AVC com 17,1%, hipertensão em 46,3%, diabetes em 24,4% e saudáveis 51,2% da amostra. Altura no CMJ 10,3±5,4 e SJ 8,3±5,2. O grupo ɛ4 apresentou 64,3% do sexo feminino; 78,6% casados e 64,3% etnia branca; indivíduos com AVC 28,6%, hipertensão em 64,3%, diabetes em 28,6% e saudáveis 28,65% da amostra. Altura no CMJ 11,7±7,4 e SJ 9,8±7,3. O grupo Ɛ2/Ɛ4 apresentou 66,7% do sexo masculino; 83,3% casados e 50 % etnia branca; indivíduos com AVC com 83,3%, hipertensão em 100%, diabetes em 16,7% e saudáveis 0% da amostra. Altura no CMJ 5,71±4,9 e SJ 4,36±3,2. Os alelos ɛ3 e ɛ4 apresentaram diferença significativa em relação ao grupo ɛ2 nos testes CMJ e SJ. As médias dos alelos foram: ɛ3 (69,8%); ɛ2 (16,6%) e ɛ4 (13,6%). O genótipo Ɛ3/Ɛ3 se apresentou em maioria com 50,6%. A composição corporal e a potência muscular não demonstraram diferenças significativas entre os grupos analisados. Associações significativas foram encontradas entre os indivíduos acometidos pelo AVC e ser portador do alelo ɛ2. Também foram encontrado níveis de força muscular maiores em indivíduos sem AVC quando comparado aos acometidos. A frequência alélica que prevaleceu na amostra deste estudo foi do alelo ɛ3. Verifica-se que 65 % dos portadores do alelo ɛ2 e são acometido de AVC. Os portadores do alelo ɛ3 e ɛ4 obtiveram diferença significativa na força muscular em comparação com o grupo ɛ2. O TGS se apresentou com maior frequência de 50, em 58% da amostra, e em portadores do ɛ3. Foram constatadas associações significativas entre a presença do alelo ɛ2 e ser portador de AVC. No grupo ApoE Ɛ2 verificou-se uma diferença significativa apenas na variável IMC. Assim, os dados desse estudo mostram que os portadores dos alelos ɛ2, ɛ3, ɛ4 não acometidos pelo AVC obtiveram resultados maiores no CMJ e o SJ do que os acometidos. O alelo ɛ3 mostrou um índice de elasticidade maior em consideração aos acometidos por AVC.por
dc.description.abstractSystemic Arterial Hypertension (SAH) and Diabetes mellitus (DM) are considered Chronic Noncommunicable Diseases (NCDs), among the sequelae associated with NCDs, Stroke is highlighted. Loss of muscle mass (sarcopenia) begins in the third decade of life, becoming significant by the end of the fifth decade, coinciding with the worsening of the reduction in maximal force production capacity and sarcopenia is more severe in the lower limbs (MMII). Molecular markers for stroke include Apolipoprotein E (ApoE) which is a low density lipoprotein receptor and plays a crucial role in cholesterol metabolism. Studies indicate that ApoE gene polymorphisms act on the modulation of body fat. ApoE has three alleles (ɛ2, ɛ3 and ɛ4) that give rise to six different genotypes, three homozygotes Ɛ2 / Ɛ2, Ɛ3 / Ɛ3, Ɛ4 / Ɛ4 and three heterozygotes, Ɛ2 / Ɛ3, Ɛ2 / Ɛ4 and Ɛ4 / Ɛ3. Recent studies have found a strong association between Apolipoprotein E (ApoE) gene Ɛ4 allele polymorphisms and stroke, and other morbidities. ApoE ɛ2 carriers showed lower strength index and ApoE ɛ4 carriers reduced strength levels. in relation to ApoE ɛ3 carriers. The ɛ2 allele carriers in most individuals are associated with lower levels of low-density lipoprotein (LDL) when compared to the ɛ4 allele carriers. Polymorphisms are currently associated with resistance genotypes. A total score was then mathematically transformed to fall within the range 0 to 100 and labeled as "Total Genotype Score" (TGS). Methods: Sample of 81 adult individuals, male and female, between 40 and 83 years old. These comprised 4 groups: Group 1. Carriers of allele / genotype ɛ2 (Ɛ2 / Ɛ2 and Ɛ2 / Ɛ3) composed of 20 individuals; Group 2. Carriers of the allele / genotype ɛ3 (Ɛ3 / Ɛ3) consisting of 41 people; Group 3. Carriers of allele / genotype ɛ4 (Ɛ4 / Ɛ3 and Ɛ4 / Ɛ4), consisting of 14 members; and 6 comprised Group 4. Carriers of the allele / genotype ɛ2 (Ɛ2 / Ɛ4). DNA was obtained from oral mucosal smear samples and genotypes were determined by PCR. Body composition was assessed by the OMRON bioimpedance scale, and the power of the lower limbs was measured by the Hidrofit contact mat, with the Squat jump (SJ) and Counter movement jump (CMJ) tests. To verify the normality of the data, Shapiro-Wilk was used. The chi-square test was used for genotypes and Hardy-Weinberg Balance (HWE). Chi-square test was used in the association between polymorphism and clinical characteristics and TGS. Levene's test for homogeneity of variances was applied as a presupposition, as well as the one-way ANOVA followed by Bonferroni's post hoc. The two-way ANOVA followed by the Bonferroni test was applied to investigate differences in physical tests and anthropometric characteristics between groups with and without stroke in each of the polymorphism clusters. Logistic regression was applied to identify the magnitude of the relationships between ApoE polymorphism and stroke. It was adopted p <0.05. The sample was shown in HWE. Group ɛ2 presented 65% female; 70% married and white ethnicity; individuals with stroke with 65%, hypertension in 80%, diabetes in 40% and healthy 15% of the sample. Height at CMJ 6.08 ± 3.8 and SJ 4.77 ± 3.4. Group ɛ3 presented 75.6% females; 73.2% married and 65.9% white ethnicity; stroke patients with 17.1%, hypertension in 46.3%, diabetes in 24.4% and healthy 51.2% of the sample. Height at CMJ 10.3 ± 5.4 and SJ 8.3 ± 5.2. The ɛ4 group presented 64.3% females; 78.6% married and 64.3% white ethnicity; individuals with stroke 28.6%, hypertension in 64.3%, diabetes in 28.6% and healthy 28.65% of the sample. Height at CMJ 11.7 ± 7.4 and SJ 9.8 ± 7.3. The Ɛ2 / Ɛ4 group had 66.7% males; 83.3% married and 50% white ethnicity; stroke patients with 83.3%, hypertension in 100%, diabetes in 16.7% and healthy 0% of the sample. Height at CMJ 5.71 ± 4.9 and SJ 4.36 ± 3.2. Alleles ɛ3 and ɛ4 showed significant difference in relation to group ɛ2 in CMJ and SJ tests. Allele means were: ɛ3 (69.8%); ɛ2 (16.6%) and ɛ4 (13.6%). The genotype Ɛ3 / Ɛ3 presented the majority with 50.6%. Body composition and muscle power did not show significant differences between the analyzed groups. Significant associations were found among stroke patients and having the ɛ2 allele. Higher muscle strength levels were also found in individuals without stroke when compared to those affected. The allele frequency that prevailed in the sample of this study was allele ɛ3. It is found that 65% of adores 2 allele carriers have stroke. Patients with allele ɛ3 and ɛ4 had significant differences in muscle strength compared to group grupo2. The TGS presented with 50, in 58% of the sample, and in patients with ɛ3. Significant associations were found between the presence of the ɛ2 allele and having a stroke. In the ApoE Ɛ2 group there was a significant difference only in the BMI variable. Thus, the data from this study show that carriers of alleles ɛ2, ɛ3, ɛ4 not affected by stroke obtained higher results in CMJ and SJ than those affected. Allele ɛ3 showed a higher elasticity index in relation to those affected by stroke.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Fabiano Jucá (fjuca@unicentro.br) on 2021-04-08T02:02:04Z No. of bitstreams: 1 Dissertação Final - Nei Freitas.pdf: 5803261 bytes, checksum: aa8ffddac3e509b7c8f71905019327f8 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-04-08T02:02:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação Final - Nei Freitas.pdf: 5803261 bytes, checksum: aa8ffddac3e509b7c8f71905019327f8 (MD5) Previous issue date: 2020-03-04eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.formatapplication/pdf*
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dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Estadual do Centro-Oestepor
dc.publisher.departmentUnicentro::Departamento de Saúde de Iratipor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUNICENTROpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Desenvolvimento Comunitário (Mestrado Interdisciplinar)por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectDoenças crônicaspor
dc.subjectForça muscularpor
dc.subjectComposição corporalpor
dc.subjectPolimorfismo genéticopor
dc.subjectChronic diseaseseng
dc.subjectMuscle strengtheng
dc.subjectBody compositioneng
dc.subjectGenetic polymorphismeng
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANASpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADASpor
dc.titleASSOCIAÇÃO ENTRE O POLIMORFISMO DO GENE APOLIPOPROTEINA ‘‘E’’, COM COMPOSIÇÃO CORPORAL, TOTAL GENOTYPE SCORE E POTÊNCIA DE MEMBROS INFERIORES EM INDIVÍDUOS COM ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E HIPERTENSO-DIABÉTICOSpor
dc.typeDissertaçãopor
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